O Raul e uma das bisavós;
" (...)Campo, que te estendes Com verdura bela; Ovelhas, que nela Vosso pasto tendes, De ervas vos mantendes Que traz o Verão, E eu das lembranças Do meu coração.(...)" Luís de Camões
sexta-feira, 29 de maio de 2009
Resumo de Maio - Parte III
Algumas fotos das nossas férias:
O Raul e uma das bisavós;
Com um dos bisavôs;
O Raul e uma das bisavós;
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Resumo de Maio - Parte II
Dia 4 de Maio - O meu 34º aniversário.
O presente do meu amor: Uma máquina de fazer pão, que eu andava a planear comprar há já algum tempo.
O pão é uma delícia! Já experimentei o pão caseiro e o pão de sementes (na foto). A máquina também faz bolos, compotas, massa de pizza e massas frescas, para além de inúmeros tipos de pão (sem sal, sem glúten, integral, de forma, etc).
Resumo de Maio - Parte I
terça-feira, 26 de maio de 2009
Avaria... Ou nem por isso!
Pois é, estive sem computador. A "torre" não acendia... Pensei que tinha avariado, mas afinal ontem veio cá o técnico e era a extenção eléctrica que não funcionava.
Entretanto, também estive de férias no Algarve e como ainda não tenho um portátil, a resolução do problema ficou para o regresso. Tenho tanta coisa para vos contar...
Entretanto, também estive de férias no Algarve e como ainda não tenho um portátil, a resolução do problema ficou para o regresso. Tenho tanta coisa para vos contar...
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Pintei o cabelo
sábado, 25 de abril de 2009
Trova do vento que passa
Pergunto aos rios que levam
tanto sonho à flor das águas
e os rios não me sossegam
levam sonhos deixam mágoas.
Levam sonhos deixam mágoas
ai rios do meu país
minha pátria à flor das águas
para onde vais? Ninguém diz.
Se o verde trevo desfolhas
pede notícias e diz
ao trevo de quatro folhas
que morro por meu país.
Pergunto à gente que passa
por que vai de olhos no chão.
Silêncio - é tudo o que tem
quem vive na servidão.
Vi florir os verdes ramos
direitos e ao céu voltados.
E a quem gosta de ter amos
vi sempre os ombros curvados.
E o vento não me diz nada
ninguém diz nada de novo.
Vi minha pátria pregada
nos braços em cruz do povo.
Vi minha pátria na margem
dos rios que vão pró mar
como quem ama a viagem
mas tem sempre de ficar.
Vi navios a partir
(minha pátria à flor das águas)
vi minha pátria florir
(verdes folhas verdes mágoas).
Há quem te queira ignorada
e fale pátria em teu nome.
Eu vi-te crucificada
nos braços negros da fome.
E o vento não me diz nada
só o silêncio persiste.
Vi minha pátria parada
à beira de um rio triste.
Ninguém diz nada de novo
se notícias vou pedindo
nas mãos vazias do povo
vi minha pátria florindo.
E a noite cresce por dentro
dos homens do meu país.
Peço notícias ao vento
e o vento nada me diz.
Quatro folhas tem o trevo
liberdade quatro sílabas.
Não sabem ler é verdade
aqueles pra quem eu escrevo.
Mas há sempre uma candeia
dentro da própria desgraça
há sempre alguém que semeia
canções no vento que passa.
Mesmo na noite mais triste
em tempo de servidão
há sempre alguém que resiste
há sempre alguém que diz não.
Manuel Alegre
sexta-feira, 24 de abril de 2009
A primeira sopa
Agora está a dormir como um abade, satisfeito e de pança para o ar.
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