“Só como cerejas e uvas quando a minha empregada tira os caroços por mim.”
Carolina Patrocínio à Sic
" (...)Campo, que te estendes Com verdura bela; Ovelhas, que nela Vosso pasto tendes, De ervas vos mantendes Que traz o Verão, E eu das lembranças Do meu coração.(...)" Luís de Camões
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Foi um prazer D. Filipa.

Acabei mais um livro. O "Filipa de Lencastre". E gostei muito! Mas do que o "Catarina de Bragança". Apesar de encontrar algumas semelhanças entre os dois, este agradou-me muito mais. Para já, fala imenso de Inglaterra! Grande parte da acção é lá passada, entre campos idílicos e guerras sangrentas, castelos ou cidades fétidas, por cavaleiros e damas apaixonadas, príncipes e bastardos, ensombrados pela peste ou animados por caçadas e jograis... Também fiquei com vontade de visitar uma série de monumentos, cá e lá, que nos são revelados neste romance. Compreendi, aprendi e até mudei de opinião sobre alguns factos da nossa história.
Phillipa of Lancaster, D. Filipa de Lencastre d'Avis foi uma mulher à frente do seu tempo. Culta e sempre interessada na ciência e nas novas descobertas, deixou um grande legado ao país, especialmente através da vida dos seus filhos: a Ínclita Geração (entre eles o Infante D. Henrique, ou Henry, the Navigator, como eu gosto de lhe chamar).
Atrevo-me a uma pequena observação (não chega a ser crítica) a estes dois livros de Isabel Stilwell: A imensa superstição das personagens, muitas rezas e celas de convento, e pior, demasiada adivinhação. Há sempre alguma cigana que adivinha o futuro, há sempre um sábio que já sabe os próximos acontecimentos ou alguém que vê o futuro nas estrelas. Naturalmente esta mística toda era inevitável, provavelmente assim se procedia naquele tempo... Ou será que de facto ainda assim é?
Phillipa of Lancaster, D. Filipa de Lencastre d'Avis foi uma mulher à frente do seu tempo. Culta e sempre interessada na ciência e nas novas descobertas, deixou um grande legado ao país, especialmente através da vida dos seus filhos: a Ínclita Geração (entre eles o Infante D. Henrique, ou Henry, the Navigator, como eu gosto de lhe chamar).
Atrevo-me a uma pequena observação (não chega a ser crítica) a estes dois livros de Isabel Stilwell: A imensa superstição das personagens, muitas rezas e celas de convento, e pior, demasiada adivinhação. Há sempre alguma cigana que adivinha o futuro, há sempre um sábio que já sabe os próximos acontecimentos ou alguém que vê o futuro nas estrelas. Naturalmente esta mística toda era inevitável, provavelmente assim se procedia naquele tempo... Ou será que de facto ainda assim é?
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Novos membros na família
São o Sebastião e a Ricardina. Dois mandarins oferecidos por um vizinho da minha avó ao Raul. E como parece que procriam que nem coelhos, comprei logo o ninho! A foto não os deixa ver muito bem, não paravam quietos o raio dos pássaros...
Mas para quem não sabe como é esta raça, aqui fica um belo mandarim que tirei da net. É igualzinho ao nosso macho. A fémea é menos bonita...


quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Trabalhos terminados
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
A bisavó Alice
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
"Pegadas na Areia"
Li este livro num ápice. É bastante pequeno mas muito interessante. Para além de nos revelar a verdadeira origem do poema mundialmente conhecido, conta-nos a que propósito surgiu e como tem inspirado espiritualmente tantas pessoas.
Gostei do livro mas irritei-me um bocadinho com a tradução... E porque acho que na tradução se perde muito da essência original, aqui fica o poema em inglês e conforme a autora o escreveu. Se o quiserem ler em português, existem milhentas traduções na internet.

Gostei do livro mas irritei-me um bocadinho com a tradução... E porque acho que na tradução se perde muito da essência original, aqui fica o poema em inglês e conforme a autora o escreveu. Se o quiserem ler em português, existem milhentas traduções na internet.

One night I dreamed a dream
I was walking along the beach with my Lord.
Across the dark sky flashed scenes from my life.
For each scene, I noticed two sets
of footprints in the sand,
one belonging to me
and one to my Lord.
When the last scene of my life shot before me
I looked back at the footprints in the sand.
There was only one set of footprints.
I realized that this was at the lowest
and saddest times of my life.
This always bothered me
and I questioned the Lord
about my dilemma.
“Lord, you told me when I decided to follow You,
You would walk and talk with me all the way.
But I'm aware that during the most trouble
sometimes of my life there is only one set of footprints.
I just don't understand why, when I needed You most,
You leave me.”
He whispered, “My precious child,
I love you and will never leave you
never, ever, during your trials and testings.
When you saw only one set of footprints
it was then that I carried you.”
Margaret Fishback Powers
Subscrever:
Mensagens (Atom)

